Entre vermes e tétano, a alma vaga Na sarjeta imunda, um coração acabrunhado Cato e limpo, um dia uso, da um bom cinzeiro Onde posso apagar minha luz Faço disso souvenir do que fui um dia... Talvez lembrar do coração que me levaram Pobre do diabo que perdeu... Sorte minha ter achado... Ganhei um bom cinzeiro.